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Marcela Braga

10:00 às 13:00

Brasil enfrenta desafio geopolítico para preservar agronegócio dos efeitos da guerra

Agronegocio

O governo federal deflagrou um esforço para reduzir os danos da guerra na Ucrânia sobre a agronegócio brasileiro, especialmente na importação de fertilizantes. Mas essas ações estão inseridas em um xadrez geopolítico e logístico sobre o qual o país não tem domínio de todas as peças.

A posição do Brasil em relação à Rússia, um dos principais fornecedores mundiais do insumo agrícola, faz parte desse jogo. O país condenou a guerra nas Nações Unidas (ONU), mas tem evitado subir o tom contra o governo de Vladimir Putin, como estão fazendo as potências ocidentais. Isso fez com que o Brasil não tenha sido considerado pela Rússia um país “hostil” – o que abre a possibilidade de manter o comércio entre as duas nações na área agrícola. Em paralelo, o governo busca estreitar laços com outros países produtores de fertilizantes, diante do cenário em que as sanções à Rússia se estendam por tempo indeterminado.

Mas há jogadas nesse xadrez sobre as quais o Brasil não tem completo domínio. Por exemplo: além da Rússia, não há muitos fornecedores de fertilizantes no mercado internacional, o que se torna um problema logístico: garantir o abastecimento ao mercado interno.

Além disso, o Brasil é pressionado internacionalmente por nações ocidentais (e até mesmo internamente) a adotar uma posição mais dura em relação à invasão da Ucrânia, o que poderia levar o país a ser retaliado pelos russos na área de fertilizantes. E existe o risco de a própria Rússia bloquear unilateralmente o fornecimento do insumo, não em função do Brasil em si, mas como estratégia de guerra mais ampla, já que é um importante fornecedor mundial do insumo – o que afetaria a agricultura, não só brasileira, mas de vários países.

Diante dessas possibilidades, interlocutores do governo até admitem que o Brasil pode vir a mudar seu posicionamento em relação aos russos, adotando uma posição mais dura. Mas, se isso vier a ser feito, vai ocorrer se o agronegócio nacional estiver salvaguardado.

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Grazi Massafera faz desabafo após ler comentários sobre o fim do namoro

Grazi Massafera usou suas redes sociais nesta terça-feira(08), Dia Internacional da Mulher, para fazer desabafo com seus fãs e seguidores, sobre os diversos comentários que recebeu após o fim do seu relacionamento com o diretor Alexandre Machafer.

No texto publicado no Instagram, a atriz lamentou ter sido chamada de ‘coitada’ e citou os pesos diferentes entre homens e mulheres.

“Dia internacional da mulher. E eu queria falar um pouquinho sobre uma coisa que acontece comigo e com você também, mulher, numa proporção diferente. Na semana passada, o fim de um relacionamento meu virou notícia. Até aí nada demais. Pessoas públicas passam por situações assim que são noticiadas. O que é questionável é ler o tipo de comentário: “Nossa, coitada da Grazi’, ‘Não dá certo com ninguém’, ‘Como será que fica a filha, nessa situação?’, entre outros tipos de comentários machistas, feitos por mulheres. Fica vergonhoso esse tipo de machismo entre nós, mulheres“, disse ela.

E continuou: “Hoje não acredito e não aceito nenhuma relação que não me faça feliz, que não seja de amadurecimento para os dois, de crescimento. Tive relacionamentos incríveis com pessoas maravilhosas e foi lindo. E a gente não seguiu por tantos outros motivos da vida, que esses motivos não foram sedutores para o ambiente da fofoca da mídia. Estar solteira não é sinônimo de fracasso“, disse ela.

Brendon Araujo

Programador Musical da Rádio Atlanta

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